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Fúria da Noite

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Fúria da Noite

Mensagem por Dunkelheit em Qui Jul 27, 2017 10:26 pm


FÚRIA DA NOITE

Está é uma RP fechada criada por Dunkelheit, cujo localiza-se em Shibuya - Tokyo. São cerca de 22:00, no dia 27 de julho, o dia está quente.
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Dunkelheit
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Re: Fúria da Noite

Mensagem por Dunkelheit em Qui Jul 27, 2017 10:59 pm

Fúria da Noite
M
ais um dia se passava nesta cidade, apesar do cair da noite as pessoas ainda transitavam pelas ruas apressadas, alguns voltavam de seus trabalhos, outros iam para seus empregos, mas para mim as coisas são diferentes, na verdade tudo é diferente para alguém como eu. Minha renda é obtida das maneiras mais sórdidas possíveis, mas não me importo com isso, tudo o que me importa é em levar a justiça para aqueles que merecem. – Mas que baboseira é essa que estou pensando? – Sorrio com os pensamentos que tive. Termino de me arrumar, uma típica jaqueta preta, uma camiseta vermelha e uma calça jeans também preta, meus tênis não variam em nada nas cores, acho que já está bem claro o quanto eu gosto de cores escuras, pego minhas luvas de couro e saio para mais um trabalho.

Já são mais de onze horas, muitos já estão dormindo, mas não eu e nem minha presa, afinal ele adora sair durante a noite para pregar peças com os mais necessitados. Do alto de um prédio eu o observo andando com um taco de beisebol, a noite escura é perfeita para mascarar minha presença e como um filho da noite eu faço isso muito bem, para a maioria eu sou um vilão, um monstro sanguinário, para a polícia sou apenas um assassino em série com complexo de deus, mas quem disse que eu me importo com isso? Em meu relógio já são meia noite, um novo dia acaba de se iniciar, mas é uma pena que para esse homem o sol nunca mais irá brilhar.

Estamos a poucas quadras de onde alguns moradores de rua se abrigam, o destino delas está selado, ou pelo menos estava antes de minha intervenção. – Hajimemashite, Boku wa Fúria da Noite. – Solto uma gargalhada fúnebre. – Vamos parar com essa perca de tempo, eu seu sei sobre seu pequeno escárnio de prazer e sinto lhe em dizer que tais ações desumanas chegaram ao fim. – Um sorriso sádico perpetua em meu rosto, o que posso fazer se me sinto excitado por fazer isso? Com o véu da noite encobrindo-me levo ao fim aquele ser medíocre que já ceifou diversas vidas, nada há para testemunhar o ocorrido apenas à luz da lua clareia o beco escuro e manchado de vermelho em que estou. Me limpo dos resquícios sanguinolentos e volto para meu apartamento, em algumas horas o sol irá raiar.

De volta ao meu apartamento dispo-me de minhas vestimentas colocando-as para lavar, afinal todo aquele sangue viscoso está impregnado. Após limpar-me deito-me em minha cama para relaxar um pouco, ligo a televisão e sou surpreendido pela velocidade com que descobriram o corpo mutilado de minha vitima, o título da manchete é uma total distorção dos fatos ocorridos, "Homem inocente é massacrado." - Inocente? Há qual é, eles não sabem da metade dos crimes que esse cara cometeu. - Desligo a TV um pouco revoltado e vou dormir.

Acordo por volta das 10 horas da manhã, os raios de sol invadem ligeiramente meu quarto pela janela e aquece meu rosto, encolho-me um pouco e vou para o outro lado da cama a fim de me abrigar da luz solar, mas logo sou despertado pelo despertador, levanto com certa dificuldade, estou morrendo de preguiça. - É nisso que dá ter hábitos noturnos. - Murmuro para mim mesmo, ouço um tilintar de madeira. - Já vai! - Grito para quem quer que seja do outro lado da porta, arrasto-me lentamente até o outro cômodo, a porta faz um rangido ao deslizar pelo assoalho de madeira e duas figuras altas utilizando um uniforme azul marinho surgem a minha frente. - Olá senhores, em que posso ser útil? - Dou meu melhor sorriso falso. - Alguém fez uma denuncia anônima informando que viu o senhor entrar no prédio hoje de madrugada com roupas embebedadas em sangue. - Fala um dos homens. - Aquela vadia... - O que o senhor disse? - Há, não nada é só que eu não sai do prédio desde ontem a tarde. - Se o que diz é verdade não irá se importar se nós fizermos uma busca pelo local. - Há eu me importo sim, afinal de contas vocês não tem um mandado. - Sorrio cinicamente. - Quando os cavalheiros tiverem um mandato podem retornar e verificar o quanto quiserem, mas até lá... - Os policiais se olham por alguns segundos, se viram e vão embora, fecho a porta e escoro-me na parede. - Droga, droga, droga... Aquela vadiazinha vai me pagar. - Cerro o punho batendo com o mesmo na parede e parte do reboco caí ao chão.

Visto-me como de costume, mais um dia se passou e meu relógio marca 21 horas, vou fazer uma visitinha para minha vizinha, ou melhor, para minha ex-vizinha. Saio pelo corredor, às luzes piscam como se anunciasse o mal que estava por vir. Estou de frente para a porta do apartamento da megera, meus olhos estão tão negros quanto a parte mais profunda do tártaro , com um chute arranco a porta das dobradiças que a mantem presa a parede, minha vizinha pula da cadeira assustada. – Eu sabia, sabia que você era uma daquelas coisas, uma abe... – Suas palavras se perdem no ar, sua existência não passa de uma simples lembrança, tudo o que ela era ficou no passado, as sombras consumiram tudo, nada mais há se não a inerte memória de uma mulher exemplar para a sociedade, ao menos será isso que aparecera nas manchetes dos jornais, com o sangue ainda fresco e pulsando por suas veias escrevo uma mensagem “Fúria da Noite” e assim como a areia se perde no mar minha presença se perde por entre as multidões que transitam nas ruas abaixo de nós, nada há, nada existe, apenas a memória de uma eidética sociedade lembrar-se-á dos ocorridos neste funesto local.

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Dunkelheit
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